Histeria
Negação da realidade
Controle do pensamento
Rotulação
Projeção de culpa
Derrubem!
Segundo a fantasia inventada pelos comunas, um belo dia os militares, do nada, decidiram tomar o poder e eles, muito bonzinhos, foram lutar pela democracia e pela liberdade de expressão sem fazer mal a ninguém (só um analfabeto formado pelo MEC acreditaria em tal absurdo) e por isso foram injustamente presos pelos milicos malvados e hoje por terem sido tão bonzinhos recebem milhões em indenizações pagas com muito sacrifício pelo povo que eles hipócritamente dizem defender.
Ridículo.
Depois de tanto tempo ter se passado, alguns desses militantes, como FHC (que aparece no vídeo) admitem que a intenção não era lutar por democracia, a verdadeira intenção era implantar uma ditadura nos moldes cubanos, mas o interessante do documentário não é a confissão de culpa dos comunas, mas a história de Orlando Lovecchio, uma vítima inocente que perdeu a perna em um atentado a bomba promovido pela guerrilha comunista e hoje recebe uma aposentadoria muito inferior a que o terrorista que explodiu sua perna recebe (sim, o bandido recebe!).
Por mostrar a hipocrisia da esquerda, coisa rara hoje em dia, vamos prestigiar o lançamento deste documentário.
Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo'.
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.

