domingo, setembro 23, 2012

Entenda o marxismo em um minuto

 Todo o evangelho de Karl Marx pode ser resumido em duas frases: Odeie o indivíduo mais bem-sucedido do que você.  Odeie qualquer pessoa que esteja em melhor situação do que a sua. 

 Jamais, sob qualquer circunstância, admita que o sucesso de alguém pode ser decorrente de seu esforço próprio, de sua capacidade, de seu preparo, de sua superioridade em determinada atividade. 

 Jamais aceite que o sucesso de alguém pode advir de sua contribuição produtiva para algum setor da economia, contribuição essa que foi apreciada por pessoas que voluntariamente adquiriram seus serviços. 

 Jamais atribua o sucesso de alguém às suas virtudes, mas sim à sua capacidade de explorar, trapacear, ludibriar e espoliar. 

 Jamais, sob qualquer circunstância, admita que você pode não ter se tornado aquilo com que sempre sonhou por causa de alguma fraqueza ou incapacidade sua. 

 Jamais admita que o fracasso de alguém pode ser devido aos defeitos dessa própria pessoa — preguiça, incompetência, imprudência, incapacidade ou ignorância. 

 Acima de tudo, jamais acredite na honestidade, objetividade ou imparcialidade de alguém que discorde de você.  Qualquer um que discorde de você certamente é um alienado a serviço da burguesia e do "capital".

 Este ódio básico é o núcleo do marxismo.  É a sua força-motriz.  É o que impele seus seguidores.  Se você jogar fora o materialismo dialético, o arcabouço hegeliano, os jargões técnicos, a análise 'científica' e todas as inúmeras palavras presunçosas, você ainda assim ficará com o núcleo do marxismo: o ódio e a inveja doentia do sucesso, que são a razão de ser de toda esta ideologia.


Henry Hazlitt (1894-1993)

sábado, setembro 17, 2011

RAP Keynes x Hayek

Divertida sátira mostrando um duelo de MCs entre os economistas John Maynard Keynes e Friedrich August von Hayek. Apesar do tom cômico as letras são fiéis ao pensamento dos respectivos economistas e em um lugar onde quaisquer opiniões divergentes do keynesianismo são consideradas heresia e onde os princípios da escola austríaca são praticamente desconhecidos esses clips podem ser bastante educativos.


1 - Fear the Boom and Bust


2 - Fight of the Century Keynes vs. Hayek Round Two



Se levarmos em consideração o fato de estarmos em plena “ressaca keynesiana” os vídeos se tornam ainda mais relevantes, vamos ouvir com atenção o “MC Freddie H.” antes que cheguemos ao final do Caminho da Servidão.

quarta-feira, setembro 07, 2011

Reforma Concluída

Terminei a atualização para o novo modelo do Blogger.
Adicionei marcadores (tags) às postagens antigas para facilitar a navegação e agora há botões que tornam mais fácil enviar os posts por e-mail ou compartilhar em redes sociais.
Agora há um menu de páginas e também é possível participar do blog através Google Friend Connect.

Se houver algum problema com o novo Layout ou com alguma outra funcionalidade por favor entre em Contato

sábado, agosto 06, 2011

sábado, fevereiro 12, 2011

Cinco pilares da fé esquerdista

Os esquerdistas querem destruir a civilização ocidental destruindo suas bases (a moral tradicional, o direito romano e a filosofia grega), mas podemos fazer o mesmo com eles.

Photobucket

Histeria

Negação da realidade

Controle do pensamento

Rotulação

Projeção de culpa

Derrubem!

sábado, junho 12, 2010

Piada Cubana

Papagaio comunista



En Cuba, un niño regresa de la escuela a su casa, cansado y hambriento y le pregunta a su mamá:
- Mamá, que hay de comer?
- Nada, mi hijo.

El niño mira hacia el papagayo que tienen y pregunta:
- Mamá, por qué no papagayo con arroz?
- No hay arroz.
- Y papagayo al horno?
- No hay gas.
- Y papagayo en la parrilla eléctrica?
- No hay electricidad.
- Y papagayo frito?
- No hay aceite.

El papagayo contentísimo gritó:
- VIVA FIDEL!!!
- VIVA FIDEL!!!

sábado, fevereiro 20, 2010

Trailer - Reparação

Documentário que mostra verdades que os criminosos no poder tentam ridiculamente ocultar e negar.



Segundo a fantasia inventada pelos comunas, um belo dia os militares, do nada, decidiram tomar o poder e eles, muito bonzinhos, foram lutar pela democracia e pela liberdade de expressão sem fazer mal a ninguém (só um analfabeto formado pelo MEC acreditaria em tal absurdo) e por isso foram injustamente presos pelos milicos malvados e hoje por terem sido tão bonzinhos recebem milhões em indenizações pagas com muito sacrifício pelo povo que eles hipócritamente dizem defender.


Ridículo.


Depois de tanto tempo ter se passado, alguns desses militantes, como FHC (que aparece no vídeo) admitem que a intenção não era lutar por democracia, a verdadeira intenção era implantar uma ditadura nos moldes cubanos, mas o interessante do documentário não é a confissão de culpa dos comunas, mas a história de Orlando Lovecchio, uma vítima inocente que perdeu a perna em um atentado a bomba promovido pela guerrilha comunista e hoje recebe uma aposentadoria muito inferior a que o terrorista que explodiu sua perna recebe (sim, o bandido recebe!).


Por mostrar a hipocrisia da esquerda, coisa rara hoje em dia, vamos prestigiar o lançamento deste documentário.





Depois de assistir ao trailer recomendo este vídeo de Olavo de Carvalho sobre os "coitadinhos" que recebem a "Bolsa-Ditadura"
  • Video
  • sexta-feira, janeiro 29, 2010

    Experimento socialista

    Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.

    Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo'.

    O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas'. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...

    Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

    Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

    Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.

    O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.

    Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado. "Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."

    "É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

    É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

    Adrian Rogers, 1984

    sexta-feira, setembro 18, 2009

    Uma imagem

    Como diz o ditado: "Uma imagem vale por mil palavras."

    Essa imagem deveria estar em uma placa na porta das salas de aula, especialmente nos dias de votação.




    sexta-feira, dezembro 12, 2008

    Comunas, seus problemas acabaram!

    Atenção comunistas, seus problemas acabaram!
    Conheçam o novo kit left revolution da Pollyshop



    Agora ficou fácil acabar com o Capitalismo, compre já o seu!

    sexta-feira, outubro 26, 2007

    Fudêncio e seus amigos

    Um raro exemplo de produção nacional que não exalta a idiotice vermelha, seria bom se todos os playboys comunas passassem as férias nesse acampamento. Notem que só o personagem mais imbecil acredita que o socialismo é algo diferente disso, vai sonhando caqui....

    Parte 1



    Parte 2

    quarta-feira, outubro 17, 2007

    Mastercard

    Vestido de festa: 500 reais
    Brincos e colar de pérolas: 1.500 reais
    Super Bonder para colar os dentes: 8 reais
    Festa da cúpula política paga com dinheiro público: 300.000 reais
    Ver Heloísa Helena curtindo o melhor da burguesia: Não tem preço !!!


    Algumas coisas na vida não têm preço
    Para todas as outras existe Mastercard

    Aceito de Peruas à Trotskystas

    quarta-feira, outubro 10, 2007

    40 anos sem o Ternurinha



    Há quarenta anos o mundo se livrava de um dos maiores imbecis que a América Latina já produziu: Che "Ternurinha" Guevara. O fracassado assassino é o ídolo de onze em cada dez adolescentes maconheiros e semi-analfabetos que nosso "Çistêma Educassionau Sossialmenti Responçáveu" produz anualmente.


    Mesmo sem saber direito quem foi o infeliz eles gostam de ostentar a infame camiseta com a careta do infeliz, tida como o santo sudário para os devotos de San Ernesto de la Higuera (é verdade, o culto existe!), mas o mais engraçado de tudo é saber que seu grande sucesso foi como garoto propaganda de camisetas fuleiras, cujas vendas geram uma enorme quantidade de "mais-valia" para inúmeros capitalistas.

    Mas hoje é um dia festivo, vamos comemorar a morte do infeliz, fazer um brinde à liberdade e torcer para que seu companheiro Fidel vá lhe fazer companhia o mais breve possível.

    Aos comunistas eu sugiro que tentem cutucar para ver se ele levanta, pois "Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jámas."


    cuti cuti cuti hahahahahhahahah

    sábado, agosto 18, 2007

    A Galinha Ruiva


    Esta é uma fábula muito popular nos países de língua inglesa, onde é conhecida como The Little Red Hen, que assim como a fábula A Formiga e a Cigarra, visa ensinar o valor do trabalho e da previdência às crianças. Coisas que os vermelhos são incapazes de entender. Existem muitas versões diferentes, aqui está a minha:

    Era uma vez uma galinha ruiva que morava numa fazenda com seus três amigos: O cão preguiçoso, o gato dorminhoco e o pato barulhento.
    Um dia ela encontrou alguns grãos de trigo no quintal e decidiu chamar seus amigos para ajudar a plantá-los.

    "Quem me ajuda a plantar este trigo?" perguntou a galinha.

    “Eu não” latiu o cão preguiçoso.
    “Nem eu” miou o gato dorminhoco.
    “Tô fora!” grasnou o pato barulhento.

    "Então eu planto sozinha" respondeu a galinha. E assim ela fez.

    Logo o trigo começou a brotar e quando a época da colheita estava próxima, ela voltou a chamar seus amigos para ajudá-la.

    “Quem vai me ajudar a colher o trigo?" perguntou a galinha.

    “Eu não, isso cansa” latiu o cão preguiçoso.
    “Nem eu, vou dormir” miou o gato dorminhoco.
    “Eu não ganho nada com isso. Tô fora!” grasnou o pato barulhento.

    "Então eu colho sozinha" respondeu a galinha. E assim ela fez.

    Sabendo que seus amigos não iriam colaborar, a galinha levou sozinha o trigo para o moinho e o transformou em farinha para preparar o pão, mas mesmo assim ela perguntou: "Quem vai me ajudar a preparar o pão?"

    “Eu não, se alguém souber que eu trabalhei perco a bolsa-ração” latiu o cão preguiçoso.
    “Nem eu, recebo pensão e seguro desemprego, vou dormir” miou o gato dorminhoco.
    “Você não vai me pagar hora extra! Tô fora!” grasnou o pato barulhento.

    "Então eu preparo sozinha." respondeu a galinha. E assim ela fez.

    Quando os pães ficaram prontos os outros animais vieram pedir um pedaço para a galinha ruiva, que respondeu:

    "Não, eu fiz os pães sozinha e sozinha vou comê-los." E assim ela fez.

    Assim termina a fábula original, a galinha come os pães e os outros animais vagabundos ficam sem nada, mas aqui o final seria bem diferente:

    Após se negar a dividir os pães, a galinha começou a ser insultada pelos outros animais.

    “Maldita galinha burguesa! Exijo direitos iguais!” latiu o cão preguiçoso.
    “Que falta de solidariedade! Sua egoísta insensível! Não sente pena dos que têm fome?!” miou o gato dorminhoco.
    “Gananciosa! Capitalista! Exploradora! Eu vou tomar seus pães à força!” grasnou o pato barulhento.

    Com a confusão a galinha resolveu chamar a polícia e junto com a polícia veio um burocrata do governo dizendo que ela era obrigada a dividir os pães com o governo e com os animais que nunca a ajudaram em nada.

    "Mas eu fiz tudo sozinha! Plantei o trigo, colhi, fiz a farinha, assei os pães e ninguém me ajudou em nada!" reclamou a galinha.

    "Sim, mas você fez tudo isso dentro desta fazenda e aqui não somos capitalistas,todos devem dividir seus lucros com os demais para manutenção da paz. Isso é justiça social." disse o burocrata.

    Depois do pequeno discurso do burocrata os demais animais comemoravam enquanto a polícia confiscava os pães da galinha ruiva:

    "Bem-feito! Ficou sem nada! Se ferrou galinha elitista!" gritavam histéricamente.

    De posse dos pães o governo ficou com a maior parte, deixando apenas algumas fatias duras para os animais vagabundos, que comemoraram a expropriação dos pães da galinha, aplaudindo a adoção sistema de justiça social que lhes garantia migalhas.

    Entretanto, depois de algum tempo eles começaram a se questionar porque nunca mais a galinha voltou a fazer pão...

    sexta-feira, julho 20, 2007

    Jogos Panamericanos


    Os Jogos começaram, a festa foi de extremo mau gosto e repleta de chichês, como era de se esperar, bilhões jogados fora para fazer propaganda de um governo que se esforça para convencer o mundo de que,de fato, governa. Mas o tiro saiu pela culatra logo na abertura, o analfabeto exposto, sem claque e sem a blindagem da mídia foi vaiado várias vezes a ponto de ser impedido de cumprir o protocolo cerimonial de declarar aberto os jogos.

    "Nunca na hiftória defte paíf um pêvidente foi tão umiado" diria o infeliz.


    Triste, fazendo biquinho teve que sair com rabo entre as pernas da festa que ele mesmo montou para se promover. Inesquecível. Como a famosa propaganda anunciaria: Jogos 3 bilhões de reais, ver o apedeuta ser vaiado perante o mundo, não tem preço.

    Durante a semana sucederam-se as esperadas notícias sobre as "deserções" dos atletas cubanos, sobre os problemas técnicos que cancelaram provas e principalmente sobre os assaltos aos atletas participantes. Parabéns aos cariocas que após a cerimônia puderam cantar:

    "Olha que coisa mais linda, mas cheia de graça
    É ver o Maraca vaiando o Cachaça..."

    Revejam o sublime momento:




    Diante dos crimes deste governo, a vaia foi muito pouco.